Contemplando a Grandeza (Sl. 95:6)

בֹּאוּ נִשְׁתַּחֲוֶה וְנִכְרָעָה נִבְרְכָה לִפְנֵי-יהוה עֹשֵׂנוּ

“Ó, vinde, nos curvemos e prostremo-nos; ajoelhemos diante de ADONAY que nos criou.” (Tehilim/Salmos 95:6)

O salmista fala de uma prática extraordinária, que a própria halakhá determina que façamos na oração: O ato da prostração. Pelo contexto, a prostração do salmista ocorre quando ele se dá conta da grandiosidade do Eterno, através das suas obras de livramento para com Israel. O sentido da reverência da prostração é simples de compreender. Nosso próprio valor está completamente ligado ao plano, desejo e vontade dEle. Quando nos ligamos a Ele, ao ponto de nos darmos conta, mesmo com nossas limitações, da grandeza dAquele que fez as galáxias, nenhuma ação nos resta exceto nos curvarmos, em nossa insignificância, e nos prostrarmos perante o Senhor de todas as coisas. Prostrar-se é se reconhecer insuficiente, para poder contemplar a grandeza dAquele que é único.

© 5775 – Qol haTorá (www.qol-hatora.org) – Proibida a reprodução sem consentimento prévio.

Comentários

comments